Viagem ao Leste Europeu 6.240 Km – Junho de 2011
Roteiro Viagem – Países: Eslovênia, Hungria, Romênia, Moldávia, Ucrânia, Bielorússia, Lituânia, Letônia, Kaliningrado, Polônia, Rep. Checa, Eslováquia e Áustria.
Álvaro Nicolao (BMW R 1200 RT), Clair Cagliari (BMW 650 GS), Gotardo Tieppo (BMW R 1200 RT) e Volnei Benini (BMW R 1200 RT).
| Data | De | Para | KM |
| 09/06/2011 | Ljubljana – Eslovênia | Budapeste – Hungria | 470 km |
| 10/06/2011 | Budapeste | ||
| 11/06/2011 | Budapeste | ||
| 12/06/2011 | Budapeste – Hungria | Becelan – Romênia | 560 km |
| 13/06/2011 | Becelan – Romênia | Chisinau – Moldávia | 580 km |
| 13/06/2011 | Chisinau – Moldávia | Odessa – Ucrânia | 390 km |
| 15/06/2011 | Odessa – Ucrânia | Kiev – Ucrânia | 510 km |
| 16/06/2011 | Kiev – Ucrânia | Minsk – Bielorússia | 560 km |
| 17/06/2011 | Minsk – Bielorússia | Vilnius – Lituânia | 210 km |
| 18/06/2011 | Vilnius – Lituânia | Riga – Letônia | 380 km |
| 19/06/2011 | Riga – Letônia | Kaliningrado – Rússia | 530 km |
| 20/06/2011 | Kaliningrado – Rússia | Varsóvia – Polônia | 350 km |
| 21/06/2011 | Varsóvia – Polônia | Olomouc – Rep. Checa | 580 km |
| 22/06/2011 | Olomouc – Rep. Checa | Praga – Rep. Checa | 280 km |
| 23/06/2011 | Praga – Rep. Checa | Bratislava – Eslováquia | 370 Km |
| 24/06/2011 | Bratislava – Eslováquia | Ljubjana – Eslovênia | 470 km |
TOTAL: 6 240 km
“VIAJAR É CARREGAR A MEMÓRIA DE LEMBRANÇAS E PERMITIR, QUE NO FUTURO, O PASSADO FAÇA REVIVER O SABOR DE BONS E LINDOS MOMENTOS.”
Em 9 de junho, chegamos a Ljubljana na Eslovênia, no mesmo hotel que ficamos o ano passado, onde fizemos a região dos Bálcãs: Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Servia, Montenegro, Albânia, Grécia, Macedônia, Kosovo, Bulgária, Romênia e Hungria.
Porem, neste ano, nosso projeto incluía: o Leste europeu: Eslovênia, Hungria, Romênia, Moldávia, Ucrânia, Bielorrússia, Lituânia, Letônia, Kaliningrado, Polônia, Rep. Tcheca, Eslováquia e Áustria.
Já no dia seguinte às 08h30min rumamos para Hungria em direção à capital Budapeste. Foram 450 km de tempo bom, ótimas estradas sem pedágio. Asfalto perfeito, paradas com banheiros limpos e ótimos Postos de Combustível, com lojas de conveniência super completas para saciar a fome do viajante. A viagem foi muito tranquila, e fomos direto para a embaixada da Moldávia para fazer os vistos para o Clair e o Volnei, pois como a Moldávia não tem representação no Brasil, tivemos que fazê-los por lá mesmo. Em uma hora já estávamos com os vistos prontos. (Nos países da comunidade europeia, não existem mais fronteiras, às vezes nem sabe se quando saiu de um e entrou no outro).
A Hungria é um país com muita história, foi ocupada pelos Celtas e Romanos antes de Cristo. Os Mongóis a devastaram entre 1241 a 1242; segue invasão pelos Otomanos, Turcos, Austríacos, Romenos, sendo que em 1920, após o tratado de Trianon, o país perdeu incríveis 71% de seu território e 66% de sua população. Partes foram divididas pela Romênia, Tchecoslováquia, Áustria e outros. Após a segunda guerra tornou-se um estado Comunista sob a influência de Moscou. Em 1980, a Hungria começou por dissolver o Pacto de Varsóvia iniciando uma nova era. Perdeu muito de sua história e monumentos arquitetônicos nas duas grandes guerras. Hoje é um País com IDH classificado como *muito elevado*, renda Per Capita de U$ 20.700 e alfabetização de 98,9%.
Nossa chegada em Budapeste foi tranquila, trânsito muito bom para uma cidade de 2.550.000 habitantes. Há de se ter cuidados com os bondes que cruzam transversalmente todas as vias, mas tudo é bem sinalizado! O metrô é antigo como os bondes, mas já se vê mudanças. A capital não apresenta construções modernas. Contratamos uma guia para conhecê-la e sábado dia 11 de junho fizemos o tour. Fomos com nossa guia por quase toda a cidade de metrô, ônibus e bonde, todos com o mesmo ticket. Nesta época é verão e as temperaturas são agradáveis e diminuem de noite.
Conhecemos a Basílica de Santo Estevão, o Parlamento, nas margens do Danúbio, o castelo de Buda. Poucas cidades no mundo têm tantos mananciais de águas termais como Budapeste. Visitamos o Balneário Széchenyi, inaugurado em 1913, que é o maior e mais quente da Europa, inclusive durante o inverno. Fica localizado no belo parque municipal. A Praça dos Heróis, no final da ChampsElysées deles, por assim dizer, a famosa Rua Andrássy tem 2,5 km de extensão e alguns palácios luxuosos. Por último, como não poderia deixar de ser, visitamos o Mercado Público. O famoso prato nacional (Goulash) é conhecido em toda Europa e havíamos acabado por repeti-lo na Eslovênia, lá com carne de Cerdo, gado e até cavalo.
O país entrou para comunidade europeia em 2004, mas ainda não tem caixa para adotar o euro como moeda. Asua é Florim (forint).
Como todos os dias, a saída é programada para 08h30min. Fomos em direção ao Mar Negro. Entramos na Romênia. Transitamos por estradas vicinais, pequenas e sem acostamento, ladeadas por cultivos diversos em toda sua extensão. Sempre verde, muito verde. Às 17h00min, paramos num hotel de estrada ótimo. Para relaxar, tomamos umas cervejas e jogamos s uma partida internacional de pontinho num quiosque na beira da estrada. Jantamos no Hotel e pela manhã rumamos para Moldávia.
O contraste já começa na Aduana: a da Romênia, nova e moderna. A outra, simples e burocrática, levamos quase uma hora para fazer os trâmites. Ninguém falava uma palavra de Inglês. Fomos para a capital Chisinau. Chegando à capital procuramos pelo Hotel 4 estrelas indicado na embaixada. Bom, aqui ainda se guardam resquícios do comunismo. A capital também é velha e escura. Para quem tem saudade dos caminhões Lada Niva aqui se preserva um paraíso. Os caminhões são da época da segunda guerra, ônibus e bondes velhos.
No outro dia cedo rumamos para Odesa na Ucrânia. Chegamos ao hotel e já contratamos um tour pela cidade. O tour foi com um táxi que tinha direção tipo mão inglesa! Foi muito engraçado…..o motorista mais ainda, era marinheiro e tinha visitado o Brasil de navio.
À noite fomos jantar num restaurante no centro, comida e Pivo (cerveja) ótimos, vinho Ucraniano excelente e, de quebra, fomos conhecer a Ópera aí perto, a terceira maior da Europa, muitíssimo bonita! Deixaram-nos entrar e assistir a parte final de um espetáculo. Voltamos ao hotel, pegamos as motos para um Tour noturno. Foi excelente, conhecemos a praia e colocamos os pés no famoso Mar Negro.
No outro dia cedo rumamos para Kiev, Capital da Ucrânia. Uma linda e excelente estrada. Que cidade! 3 milhões de habitantes, simplesmente linda como Odessa. Aqui já se vê a riqueza, carros muito modernos, trânsito nervoso, prédios mais novos. Metade da cidade foi destruída na segunda guerra, mas hoje ficou muito bonita. Fizemos um tour com Yuri, um senhor de 70 anos, muito divertido. Foi ótimo. Quanto à geografia da região, Romênia e Moldávia são parecidíssimas, até porque já foi uma só! Terras planas, pouca indústria e muita agricultura. Na Hungria, os terrenos são ainda mais planos e muito cultivados, grandes extensões de terra com tudo a imaginar! Chocante à vista da pista para o verde que se vê ao lado.
Hoje dia 17/07, chegamos a Bielorrússia, passamos perto de Chernobyl, onde aconteceu o acidente com a Usina Nuclear. Fronteira muito, mas muito burocrática, embora tenhamos sofrido mais na saída da Ucrânia. O agente da fronteira não entendia como vivíamos no Brasil, se éramos italianos e como podíamos ter motos da Eslovênia. Muitas dificuldades com a língua, pois poucos falam inglês e o Russo é impossível de entender.
A capital Minsk foi um espetáculo a parte. Limpa, com trânsito intenso e SILENCIOSO! Sim, parece que aqui para buzinar se paga multa! Nunca vimos um trânsito assim, numa cidade tão grande, populosa e organizada. Como é tido como uma ditadura (mesmo presidente desde 1994) entendiamos encontrar algo retrógado, mas isso não se confirmou. Conseguimos um ótimo hotel (Crowne Plaza), 5 estrelas com um Restaurante típico próximo e com comida espetacular.
Na manhã seguinte contratamos um guia. Esta cidade foi a mais afetada pela segunda guerra. De 290 prédios, 209 foram abaixo. Aqui ainda existe comunismo com traços de capitalismo. A imprensa é controlada pelo governo e os jornais de oposição foram fechados.
Hoje 18/07, chegamos à Europa, de fato, novamente. Ao mudar da Bielorrússia para Lituânia, só na alfândega já se vê a diferença. Na Bielorrússia há três setores diferentes a passar, muito papel e carimbo, mais de uma hora de burocracia. Do outro lado, nem dez minutos para liberação!
Viajamos até a capital Vilnius, meio milhão de habitantes num país em que habitam três milhões de pessoas, IDH elevado, alfabetização de 99,7%, renda per capita de *US$ 19.730*. Foi anexada a URSS em 1940 durante a segunda guerra obtendo sua liberdade em 1990. Fizemos um tour pela cidade. Ela sediará as próximas olimpíadas. A paixão nacional é o Basquete, sua joia mais rara é o Âmbar, uma resina de arvore. de valor terapêutico e também usado em trabalhos estéticos. Se o âmbar possuir um inseto dentro, mais vale. Para averiguar se ela não é fraudulenta, verifica-se se ela boia na água.
Segundo a guia a economia não é forte, tinham usinas Nuclear, mas que foi fechada e hoje não possuem energia. Precisam comprá-la da União soviética e outros países da Europa.
Falando na URSS, não há um consenso quanto à Lituânia ser sua ou não. Até hoje sua independência não é reconhecida pela URSS. Seu presidente é uma mulher, a primeira na história. Na realidade não há grandes aspectos turísticos a se visitar. Pouco da historia do comunismo restou, os monumentos da época estão num museu e foram retirados de seus locais antigos. As ruas que homenageavam os heróis da época foram rebatizadas e se guardam poucas memórias. Uma curiosidade: a cidade é dividida em velha e nova, por um rio. Nas diversas pontes que ligam os dois lados estão colocados vários cadeados, fechados contendo nomes de casais. É tradição que, quando se casam, as pessoas vão às pontes selar sua união com o cadeado, simbolizando a estabilidade da relação, jogando a chave no rio. Achamos, porém poucos cadeados para o tamanho da cidade……. a guia nos responde rápido: “também há muitas pontes!!”
À tarde, seguimos à Letônia, capital Riga, distante 290 km de Vilnius. Um dado interessante: o prédio da fronteira está *fechado* isto é, o acesso é livre como da Eslovênia para Hungria!
A Letônia (Latvijas) tornou-se independente da União Soviética em 1991. Riga, a capital, é a maior dos 03 estados Bálticos. IDH elevado, alfabetização de 99,8%. Como Vilnius, é dividida aqui pelo Rio Daugava em parte nova e velha. Paramos no Hotel Riga, no bairro histórico, de boa localização. Circula-se a pé por todo o centro que muitíssimo bonito. Aqui se encontram desde edificações medievais até art nouveau, declarados Patrimônio da Humanidade. Jantamos num lugar incrível, uma típica taverna medieval *Rosenblass*. O lugar é impressionante, como se estivéssemos num filme: música ao vivo da época, com funcionários vestidos à caráter, comida excelente, atendimento excelente.
No outro dia, 19/07, rumamos de volta para Lituânia para conhecer o parque Nacional, uma península, aonde somente se chega com ferriboat.
Logo após, rumamos em direção a Kaliningrado, viagem tranquila até a fronteira. Pior fronteira que encontramos até aqui. Quase tivemos que brigar com os guardas, pois eles não queriam nos deixar entrar, em função da necessidade de ter o visto. Eles não sabiam do fato que os brasileiros não precisam mais de visto para entrar na Rússia, já que isto é recente. Não foi nada fácil, pois só falavam o idioma russo e até conseguirmos alguém que viesse para nos dar informações foi uma confusão! Foram mais de três horas para passar por diversos setores, uma burocracia incrível que nos atrasou muito. Chegamos à cidade às 23h10min, já de noite. Interessante comentar que, nesta época do ano anoitece tarde, passadas das 21 horas.
Não tivemos tempo para conhecer a cidade, nosso destino era Varsóvia, na Polônia. Chegamos ao início da tarde. Fizemos um tour de 3 horas. A guia nos explicou que, pela sua localização, a mais central de toda Europa, a Polônia sempre foi muito disputada. Dividida em 1772 entre Prússia (hoje Alemanha) Rússia e Áustria e logo após, ocupada pelos nazistas e Russos sendo dividida entre os dois na segunda guerra. Como foi o único país a se recusar a colaborar com Hitler, ele ordenou a destruição de Varsóvia. Foi à nação que mais perdeu pessoas na segunda guerra, mais de seis milhões de habitantes morreram. Conhecemos o gueto onde ficaram confinados os judeus com fome, sede, frio, o local da triagem dos trens para os campos de extermínio, enfim locais que marcam a qualquer pessoa sensível. A cidade velha que é nova (foi toda reconstruída para manter a memória da época) oferece bons bares e restaurantes.
Como motociclistas e experientes em andanças pelo mundo, nunca, nem mesmo na Europa já conhecida, vimos tanto respeito às pessoas, aos turistas como nós. Simplesmente, onde alinhavamos as motos para ultrapassar os carros a nossa frente, a grande maioria do povo local nos dava o lado para passagem! Algo incrível e nunca experimentado pelo nosso grupo.
Saindo de Varsóvia dia 21 de junho e rumamos para uma parte da viagem que com certeza nenhum de nós jamais esquecerá. Foi um dia que nos marcou profundamente. Estivemos visitando os campos de concentração de AUSCHWITZ-BIKERNAU, algo conhecido por todos, apenas em aulas de História, filmes, livros…..porém, estar no local, ver o que aconteceu, presenciar in loco como milhares de pessoas sofreram *antes* de morrer, um local de extermínio como se fossem animais, diríamos que foi difícil de conter as lágrimas. Saímos de lá emocionados, atordoados!
Passamos a fronteira Polaca/Tcheca, que é apenas uma linha imaginária, já que não há fronteira. Como estávamos a 300 km de Praga, nossa próxima capital, paramos na cidade de Olomouc, uma grata surpresa. Bonita, com ruelas e estilo medieval, realmente encantadora. E lá, encontramos um italiano que conhecia Bento e nossa região.
A chamada Republica Tcheca tem essa denominação após sua separação com a Eslováquia em 1993 por uma decisão parlamentar e não por vontade do povo, segundo nosso guia. Já esteve sob influência dos alemães e na segunda guerra sobre forte domínio soviético. Em 1989 recuperou a liberdade.
Indo em direção a Praga já se nota o país que encontraríamos. Já tínhamos uma boa impressão ao parar em Olomouc. Até aqui, sem dúvidas, vimos as melhores estradas, quer se trate das vicinais, que optamos para conhecer no caminho até a capital ou as autovias. Simplesmente ótimas.
O país tem mais de dez milhões de habitantes, IDH muito elevado, alfabetização de 99%. Praga, a capital é muito falada por ser considerada uma das mais belas no mundo. Trata-se de um dos maiores polos turísticos da Europa, portanto, fica fácil a comunicação, pois a maioria das pessoas fala inglês. Nosso guia, Sr. Milos, de 70 anos, caminhou três horas conosco pela cidade velha. Foi simplesmente fantástico e até cansativo, mas há muito que se ver! À noite, a cidade é ainda mais bela que de dia. Pela manhã terminamos o tour no castelo de Praga e conseguimos presenciar a troca da guarda. Enfim uma cidade para voltar!
No dia 23/07, rumamos para Eslováquia, direto à Capital Bratislava. Pequena mas bonita também como Praga, com maiores atrações na Cidade Velha! No final de tarde tivemos um temporal com muita chuva durante toda noite, o que não nos impediu de conhecer o U.F.O. , um restaurante em forma de disco voador, há 85 metros do solo sobre uma ponte, com um ótimo restaurante e uma vista noturna da Cidade!. Interessante colocar que um dos melhores restaurantes da viagem que nos foi indicado chama-se Pub Eslovaco Ráclevstúpil, simples, amplo, com capacidade para um grande número de pessoas e ótima comida.
Saímos de Bratislava após fazermos um tour, tendo em vista que havia chovido toda a noite. Como a cidade é pequena, a visita não durou mais de duas a três horas.
Depois fomos para Eslovênia, passando pela Áustria parando em Grass para uma visita e um café.
Chegamos ao final do dia em Ljubljana. Devolvemos as motos e fomos tomar um chope. Nada mais agradável depois de uma viagem assim.
Certamente fizemos uma ótima viagem que ficará muito além deste diário escrito ou das fotos que trouxemos. Já disse Hermann Hesse que “nada nos pode ser dado que não exista em nós mesmos. Que não é possível abrir outro mundo de imagens além daquele quem há na nossa própria alma. Nada pode nos ser dado a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. E que apenas nos é dada a chance de tornar visível o mundo que nos rodeia e que isso é TUDO.”
Então, o que já estava dentro de nós, a imagem, o sonho, o projeto se fez claro e se tornou, finalmente……visível em sua magnitude!
Gotardo Tieppo – gtieppo@terra.com.br















Nossa!!!! como ficou bonito com as fotos anexadas. Parabéns!
Vocês estão com cara de “felizes”. Isso é como Mastercard – não tem preço….Beijos
Bê
Gostei de seu modo de descrever o país ( dados ) e sua constatação. Me impressionou a sua descrição da Polônia. Eu estive pela região que passou , Varsóvia e AUSCHWITZ-BIKERNAU por três oportunidades. Estou retornando, a convite do governo Polonês para aperfeicoamento do edioma, que acontecerá no próximo mês.
Um abraço a todos.
Pe. Decio podenski
SENSACIONAL….QUE FELICIDADE UMA VIAGEM DESSAS…
ESSES GURIS SÃO NOTA MIL….
SENSACIONAL…ESTUPENDO… QUE VIAGEM FANTÁSTICA…AS INFORMAÇÕES BEM PRECIOSAS E PRECISAS
ESSES GURIS SÃO NOTA MIL…
Boa noite parceiros, fiz um passeio deste em setembro de 2011.
Quero fazer outro, gostaria de saber sobre o aluguel das motos. Abraço.