| Moto bicombustível
está chegando - Colaborador Marconi

No 6 de novembro de 2006,
a Usina Alcoeste, de Fernadópolis, SP, recebeu a visita
do presidente da Yamaha do Brasil, Massato Hidachi, e de
alguns diretores da Unica , entre eles o presidente
Eduardo Pereira de Carvalho.
Hidachi e Carvalho conheceu o sistema
a álcool da motocicleta XT 600 de Luis Sarakaki,
diretor da Alcoeste.
Há cerca de 1 ano, o JornalCana
publicou matéria sobre a motocicleta de Arakaki. A matéria
acabou nas mãos do presidente da Yamaha no Brasil, que
se interessou pelo projeto.
Luis Arakaki, ardoroso defensor da
motocicleta a álcool, contou na noite, 24 de outubro de
2006, durante entrega do prêmio MasterCana Brasil, em São
Paulo, que existe possibilidade concreta da Yamaha
produzir no Brasil sua primeira motocicleta bicombustível.
Ele tem uma revenda da Yamaha em Fernandópolis e acesso
ao presidente da empresa.
A visita de Massato Hidachi e Eduardo
de Carvalho foi decisiva para o início da
produção em série no Brasil de motos Yamaha bicombustíveis,
de qualquer potência, disse Luiz Arakaki.
O tempo passa e... ...agora
é fato:
Moto Bicombustivel
com tecnologia Delphi
Lançado a injeção
flex para motos na 8ª Automec
A 8.ª Automec - Feira
Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços
(SP - 10/4/07), apresentou uma moto com motor bicombustível
com tecnologia de injeção eletrônica da Delphi.
Bem... Mas, nós sabemos
que este sistema já está em teste há muito tempo e
foi finalizado, recentemente pela Delphi e deve equipar
uma moto 125. Quem pensou que pode ser a Honda errou. A
Honda já tem tudo pronto mas é um sistema da Magneti
Marelli (italiana), também bicombustivel, claro.
A primeira 125 a ter injeção,
deve ser a Yamaha YBR que vai utilizar a tecnologia
Delphi.Taí a explicação de ninguém (nem o site
da Delphi), dar nenhum detalhe a mais sobre isso. É que
a Yamaha, mantendo a sua tradição de não informar
nada, antes do lançamento oficial da sua moto, deve ter
imposto à Delphi o silêncio sobre qual moto foi a base
para o desenvolvimento do seu sistema de injeção.
Porém, por análise -
uma vez que a Magneti Marelli vai equipar a Honda, em
2009 (pode ser esse ano ainda, na Twister 400 com motor
da Falcon), quando todas as motos devem ter injeção -,
sobrou a YBR que deve vir injetada, em outubro, no Salão
das Duas Rodas.
Lá na feira deve ter uma
moto toda descaracterizada montada com o sistema, que
funciona a álcool e gasolina.
Todas as montadoras de
motos no Brasil já tem o seu sistema de injeção
pronto. A Honda não coloca as suas moto injetada
simplesmente porque não precisa. As suas motos vendem
demais e ela não vai gastar atoa simplesmente para sair
na frente - pois já está na frente nas vendas.
Já a Yamaha e Suzuki tem
mais a ganhar lançando uma moto com injeção antes do
tempo determinado pelo governo e deve ser essas as
primeiras a adotar o sistema eletrônico nas pequenas.
Uma moto mais moderna
ajuda a marca a ficar mais conhecida e a vender mais, além
de reforçar a imagem de marca de tecnologia avançada
que a líder do mercado acha que não é preciso
considerar. A Volks também já cometeu esse erro e
deixou a Fiat chegar onde está pelos mesmos motivos que
a Honda hoje.
Bem, assim que tivermos
mais informações publicaremos aqui. Mas, tudo indica
que elas virão somente da Yamaha, em outubro, no Salão
da Duas Rodas.
Colaborador Moto
Esporte: Marconi Barboza Pereira - Queimados - RJ |